Capacitação da equipe de educadores de pares no DF
por Quero fazer
"Eu quero é botar meu bloco na rua..." - Trailer de teste rápido chegará a Brasília
Em Brasília, nos dias 24, 25 e 26 de fevereiro ocorreu a Capacitação de Equipe Local em Teste Rápido, Aconselhamento, Prevenção e Estigma & Discriminação para o equipe de educadores de pares que atuarão na unidade móvel de teste rápido. O trailer, que em breve entrará em circulação em Brasília, contará com a atuação de educadores de pares que atuam pelas ONGs Estruturação, Elos LGBT/DF e RNP+. Durante os três dias foram abordadas questões chaves que envolvem toda a rotina de trabalhos para realização de Aconselhamento e Testagem Voluntária através do trailer, que terá uma rotina alternativa aos serviços de saúde visando atingir sobretudo o segmento de gays, HSH e travestis do Distrito Federal. Esta capacitação contou com o apoio do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, a missão brasileira da USAID e a Pact Brasil e ocorreu no Hotel Saint Paul e nas dependências do LACEN-Brasília.
Visita do Departamento de DST,Aids e Hepatites Virais ao Grupo Arco-Iris
por Quero fazer
Vendo de perto: Parceiros visitam o Grupo Arco-Íris para conhecer a nova sala de testagem rápida desenvolvida pela USAID/Brasil
Rio de Janeiro
No dia 05 de fevereiro a Diretora do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dra. Mariângela Simão e membros de sua equipe, compareceram à sala de testagem rápida na sede do Grupo Arco-Íris, desenvolvida pela missão brasileira da USAID e a Pact Brasil em parceria com este Departamento.
Agora, a sede do Grupo Arco-Íris, no Rio de Janeiro, se junta ao Grupo Gay Leões do Norte, do Recife/PE, na iniciativa, inovadora no país, de instalar serviços de pré-aconselhamento, teste rápido anti-HIV e pós-aconselhamento. Tradicional ONG na promoção dos direitos da população LGBT, o Grupo Arco-Íris aceitou o desafio proposto pela Pact Brasil para trazer mais uma atividade de prevenção às DST/HIV. Assim como em Recife, a adaptação da sala de testagem rápida no Rio de Janeiro contou com a supervisão técnica da Pact Brasil, com apoio do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais.
O serviço de aconselhamento e testagem é conduzido na sede da instituição por profissionais de saúde ligados ao Governo Estadual sempre em horários alternativos aos serviços convencionais de saúde, visando atender parte da população que possui dificuldades de acessar estes serviços.
Campanha de Carnaval 2010 do Ministério da Saúde
Entre jovens, epidemia de aids é mais feminina e gay
Na faixa etária de 13 a 19 anos, número de casos é maior entre as
mulheres e, dos 20 a 24 anos, divisão por gênero é semelhante.
Entre os homens, jovens se infectam mais em relações homossexuais
Os números mais recentes da aids no Brasil mostram que a epidemia, na década de 2000, comporta-se de forma diferente entre os jovens. Na população geral, a maior parte dos casos está entre os homens e, entre eles, a principal forma de transmissão é a heterossexual. Considerando somente a faixa etária dos 13 aos 24 anos, a realidade é outra. Na faixa etária de 13 a 19 anos, a maior parte dos registros da doença está entre as mulheres. Entre os jovens de 20 a 24 anos, os casos se dividem de forma equilibrada entre os dois gêneros. Para os homens dos 13 aos 24 anos, a principal forma de transmissão é a homossexual.
Diversos fatores explicam a maior vulnerabilidade dos jovens para a infecção pelo HIV. Entre as meninas, as relações desiguais de gênero e o não reconhecimento de seus direitos, incluindo a legitimidade do exercício da sexualidade, são algumas dessas razões.
No caso dos jovens gays, falar sobre a sexualidade é ainda mais difícil do que entre os heterossexuais. "Eles sofrem preconceito na escola e, muitas vezes, na família. Isso faz com que baixem a guarda na hora de se prevenir, o que os deixa mais vulneráveis ao HIV", explica Mariângela Simão, diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.
Como uma resposta a essa realidade, o Ministério da Saúde e a Secretaria Especial de Políticas para as Mulhres fará uma campanha publicitária por ocasião do carnaval, com mensagens dirigidas para esse público. Pela primeira vez, a ação terá dois momentos. No primeiro, veiculado uma semana antes dos dias de folia, as peças tratam do uso da camisinha. Na semana seguinte ao carnaval, outros materiais falarão sobre a importância de se fazer o teste anti-HIV quando se viveu alguma situação de risco.
A mensagem para quem vai curtir o carnaval é de prevenção. O slogan "Camisinha. Com amor, paixão ou só sexo mesmo. Use sempre" é direcionado para quem tem relação estável ou casual. São três vídeos, um para as meninas, um para os jovens gays e o outro (a ser veiculado no período pós-carnaval) de incentivo à realização do teste de HIV. Em ambos a protagonista é uma camisinha falante que alerta os jovens para o uso do preservativo, narrada na voz da atriz Luana Piovani, que aderiu à campanha e não cobrou cachê.
Desde 2000, essa é a décima vez que os jovens são tema de campanhas de massa desenvolvidas pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Há também ações dirigidas para esse público em atividades específicas, como as paradas gays, carnavais fora de época e outras festas populares com grande participação dessa faixa etária.
Feminização - O aumento de casos de aids entre as mulheres se deu em todas as faixas etárias. Em 1986, a razão era de 15 casos de aids em homens para cada caso em mulheres, e a partir de 2002, a razão de sexo estabilizou-se em 15 casos em homens para cada 10 em mulheres. Na faixa etária de 13 a 19 anos, o número de casos de aids é maior entre as mulheres jovens. A inversão apresenta-se desde 1998, com oito casos em meninos para cada 10 casos em meninas.
Entre 2000 e junho de 2009, foram registrados no Brasil 3.713 casos de aids em meninas de 13 a 19 anos (60% do total), contra 2.448 meninos. Na faixa etária seguinte (20 a 24 anos), há 13.083 (50%) casos entre elas e 13.252 entre eles. No grupo com 25 anos e mais, há uma clara inversão - 174.070 (60%) do total (280.557) de casos são entre os homens.
A Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas da População Brasileira, lançada pelo Ministério da Saúde em 2009, também ajuda a explicar a vulnerabilidade das jovens à infecção pelo HIV. De acordo com o estudo, 64,8% das entrevistadas entre 15 e 24 anos eram sexualmente ativas (haviam tido relações sexuais nos 12 meses anteriores à pesquisa). Dessas apenas 33,6% usaram preservativos em todas as relações casuais, as que apresentam maior risco de infecção.
Nos homens, 69,7% dos entrevistados eram sexualmente ativos. Entre eles, porém, o uso da camisinha é maior: 57,4% afirmaram ter usado em todas as relações com parceiros ou parceiras casuais.
Gays - Na faixa etária de 13 a 19 anos, entre os meninos há mais casos de aids por transmissão homossexual (39,2%) do que heterossexual (22,2%), no ano de 2007. Essa tendência é diferente do que ocorre quando se observa todos os casos de aids adquiridos por transmissão entre homens - 27,4% homossexual e 45,1% heterossexual.
Nas escolas - O carro-chefe das ações de prevenção à aids e outras doenças sexualmente transmissíveis é o programa Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE), uma iniciativa dos ministérios da Saúde e da Educação. Criado em 2003, o SPE tem como objetivo central desenvolver estratégias para redução das vulnerabilidades de adolescentes e jovens. As ações se dão de forma articulada entre escolas e unidades básicas de saúde. Hoje, 50.214 escolas de todo o país participam do programa.
A iniciativa trabalha a inclusão, na educação de jovens das escolas públicas, dos temas saúde reprodutiva e sexual. O SPE reúne ações que envolvem a participação de adolescentes e jovens (de 13 a 24 anos), professores, diretores de escolas, pais dos alunos, e gestores municipais e estaduais de saúde e educação. É no âmbito deste programa que se disponibiliza preservativos nas escolas.
Serviço
Lançamento da Campanha de Carnaval de Prevenção à Aids, com apresentação de novas análises sobre dados epidemiológicos de aids sobre comportamento sexual
Data: 06/02/2010
Horário: 10h
Local: Vila Olímpica da Mangueira (Rua Santos Melo, 73 - São Francisco Xavier, Rio de Janeiro - RJ)
Mais informações
Atendimento à imprensa
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Tel: (61) 9221-2546/3306 7051/ 7033/ 7010/ 7016/
Site: www.aids.gov.br - E-mail: imprensa@aids.gov.br
Atendimento ao cidadão
0800 61 1997 e (61) 3315 2425 (61) 3315 2425
Notícias e Informações
por Quero fazer
Rio de Janeiro terá o primeiro serviço de testagem rápida de aids em ONG
Cerimônia acontece na próxima sexta-feira (8/1) às 15h na sede do Grupo
Arco-Iris e contará com a presença de autoridades e representantes de movimentos sociais
O programa Quero Fazer - iniciativa inédita no Brasil destinada à prevenção e à testagem voluntária para HIV/Aids entre gays, travestis e outros homens que fazem sexo com homens (HSH) - tem como meta realizar 4,7 mil testes rápidos anti-HIV, com entrega do resultado em menos de uma hora. Este serviço já é disponibilizado na região metropolitana do Recife e em 2010 passa também a ser oferecido no Rio de Janeiro e em Brasília. No Rio de Janeiro, inicialmente este serviço de aconselhamento e testagem voluntária será feito na sede do Grupo Arco-Íris, localizado na Rua do Senado, 230 - Cobertura 1.
Os interessados em fazer o teste rápido poderão comparecer na sede do GAI de quarta à sexta-feira, de 16h às 22h. Lá, a população passará por um pré-aconselhamento, onde receberá informações sobre a prevenção do HIV/Aids e sobre o teste rápido. Independentemente do resultado, que é sigiloso, a pessoa recebe pós-aconselhamento com esclarecimentos de dúvidas freqüentes e materiais informativos.
A ideia é que as atividades desenvolvidas no projeto sirvam de ponte para maior acesso do público-alvo da ação ao diagnóstico precoce e aos serviços públicos de saúde. As pessoas com resultado positivo serão encaminhadas para serviços especializados do Sistema Único de Saúde (SUS). O acompanhamento e tratamento conta com o suporte de profissionais de saúde das Secretarias Estadual e Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.
Público-alvo
A ação é dirigida para essa população, pois se baseia em dados epidemiológicos que mostram maior incidência de Aids entre gays, travestis e homens que fazem sexo com homens (HSH) do que na população geral. Estudos indicam que nesse segmento, a probabilidade de infecção pelo HIV é de 11 a 18 vezes maior do que nos homens heterossexuais. É importante destacar, contudo, que não há grupo de risco para o HIV/Aids, pois toda a população está suscetível à infecção.
Estima-se atingir para a realização do teste rápido no Rio de Janeiro 2,3 mil gays, HSH e travestis, para isso, serão utilizados diferentes produtos de comunicação para divulgar informações sobre a importância da prevenção e o diagnóstico precoce do HIV, entre eles: perfil e colunas em sites de relacionamento gay, blog www.pactbrasil.org/querofazer, comunidade Quero Fazer no Orkut, cartilha, folderes e mensagens de texto via celular.
O Quero Fazer é uma ação da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) em parceria com o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde e a Pact Brasil, contando com apoio das secretarias estaduais e municipais de saúde locais. O Departamento de Gestão Hospitalar do Ministério da Saúde do Rio de Janeiro disponibilizou seis unidades da Rede Hospitalar Federal no município carioca que contam com completo serviço ambulatorial integrado ao Programa de DST/Aids do Governo Federal, complementando a iniciativa do Governo de Reestruturação da Rede Hospitalar Federal, projeto que abrange investimentos da ordem de R$ 400 milhões para realizar melhorias físicas e estruturais nessas unidades e ampliar o atendimento à população. O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde é responsável pelo treinamento das equipes de profissionais que atuam junto ao público-alvo e pelo fornecimento dos testes e de preservativos. O programa "Quero Fazer" reforça os objetivos do Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre Gays, Homens que fazem Sexo com Homens (HSH) e Travestis, lançado pelo Ministério da Saúde, em março de 2008.
Serviço:
Inauguração do Centro de Testagem Rápida Anti-Hiv
Sede do Grupo Arco-Íris
Rua do Senado, 230 - cobertura 1
Tel: (21) 2222-7286 (21) 2222-7286 | 2215-0844 / arco-iris@arco-iris.org.br / www.arco-iris.org.br<br />Horário: 15 horas
USAID: (61) 3312-7000 (61) 3312-7000 / brazil.info@usaid.gov /http://www.brazil.usaid.gov/
Departamento DST, Aids e Hepatites do Ministério da Saúde: (61) 3306-7138 (61) 3306-7138 / www.aids.gov.br<br />Pact Brasil: (21) 3553-0511 (21) 3553-0511 /pactbrasil@pactbrasil.org / www.pactbrasil.org<br />
Informações para a imprensa:
Márcia Vilella | Diego Cotta
Target Assessoria de Comunicação
Tels: 21 2284 2475 | 2234 9621| 8158 9715
target@target.inf.br
Normas de realização do teste de HIV são modificadas pelo Ministério da Saúde.
Em outubro de 2009 o Ministério da Saúde instituiu novas normas para a realização dos testes anti-HIV, por meio da Portaria 151 que define normas para as redes pública e privada de todo o país. A nova regulamentação inclui metodologias mais modernas para o diagnóstico e altera o fluxograma para análise das amostras de sangue, aumentando as opções para realização dos testes por laboratórios. Antes, uma amostra de sangue positivo para HIV passava por até três etapas antes da conclusão do resultado. Agora, passará por duas etapas, sem qualquer perda na confiabilidade do diagnóstico. Há também ganho econômico com a redução do número de testes.
A portaria anterior de 2005 definia que ele deveria ser realizado com dois diferentes tipos de testes, previamente validados pelo Ministério da Saúde. O profissional coletava o sangue na ponta do dedo do paciente e colocava, de forma concomitante, nos dois dispositivos de testagem diferentes. Se os resultados fossem os mesmos, o diagnóstico era conclusivo. Se houvesse discordância, era feito um terceiro teste para conclusão. Esta nova portaria de 2009, baseada em estudos feitos pelo Ministério da Saúde, redefine este fluxo e determina que os testes rápidos sejam realizados de forma seqüencial, sendo que o uso de um segundo teste somente será realizado apenas em caso de resultado positivo.
Clique aqui para ler na íntegra a Portaria nº 151
Prezados Senhores,
Acho esta iniciativa muito boa mas faz-se necessário o meu testemunho, a oito anos atras o GAV GRUPO DE AMOR A VIDA sitiado na cidade de Castro estado do Paraná, tinha em sua sede uma sala de coleta para testagem de sorologia HIV (teste ELISA), onde as pessoas vinham ate a sede era coletado o sangue encaminhado ao laboratório o qual devolvia os resultados lacrados para a pessoa responsável na instituição pelo pre e pos aconselhamento e pela coleta de material, fizemos este trabalho por dois anos pois vimos que certas populações como hsh, profissionais do sexo e usuários de drogas preferiam ir coletar na ONG do que nos serviços locais de saúde publica, fomos altamente criticados nesta época por vários fóruns inclusive o do Paraná que isto não era serviço nosso e sim do estado, colocávamos que se fosse para melhoria do atendimento e o descobrimento precoce era nosso dever sim ajudar que estávamos fazendo parceria e não o serviço do município, pois bem quando iniciamos em Castro este trabalho tínhamos 3 casos que o município tinha conhecimento apos dois anos deste trabalho de coleta aumentou para mais de cem casos, hoje não realizamos mais o trabalho, pois fomos proibidos pelo estado do Pr. e pelo município alegando que já havia um CTAe não havia mais necessidade deste trabalho na sede e hoje vejo que deveríamos ter batido o pe e continuado, mas acho que já e um inicio reconhecer que nas ONGs algumas populações se sentem mais a vontade para fazer o teste espero que sejam autorizados mais instituições a fazerem estes testes principalmente em cidades do interior com menos habitantes, pois e nestas que a epidemia esta aumentando e o povo do interior como todos se conhecem e tem medo de ir ate os serviços de saúde por medo de serem reconhecidos por algum conhecido não fazem o teste e quando se descobrem ja se descobrem com aids.
Atenciosamente
Marly Fontoura
Presidente
GAV- Grupo de Amor a Vida
História de Todos Nós
por Quero fazer
Histórias de todos nós são pequenos documentários produzidos pelo Departamento de DST e Aids do Ministério da Saúde. Os vídeos são próprios para serem exibidos em salas de espera de serviços de saúde ou em locais onde a discussão sobre DST/HIV/aids possa ser estimulada ( escolas, universidades, consultório médico, presídios, etc). Veja, é muito interessante!
Vídeo sala de espera - História de Todos Nós - Fique Sabendo.
Este é sobre o Fique Sabendo: Estimula a realização o diagnóstico do HIV de forma espontânea e consciente. Experiências de vida e depoimentos reais demonstram que fazer o teste precocemente garante a qualidade de vida das pessoas infectadas e pode evitar a transmissão do HIV da mãe para o filho.
Vídeo sala de espera - História de Todos Nós - Prevenção Posithiva
Este é sobre Prevenção Posithiva: Aborda questões que envolvem as PVHA - Pessoas Vivendo com HIV/Aids: o estigma e a discriminação; limitações nas suas possibilidades de dialogar sobre o diagnóstico; dúvidas, angústias e medos; reinfecção pelo HIV; exposição a outras DST; dificuldades de adesão.
Vídeo sala de espera - História de Todos Nós - DST
Vídeo sala de espera - História de Todos Nós - Redução de Danos.
Com o objetivo de promover o diagnóstico de HIV entre jovens que tiveram relação sexual desprotegida, o Departamento Nacional de DST e Aids/MS produziu uma animação com 30 segundos de duração. No filmete, que segue a linha cômica, o personagem é perseguido pela dúvida o tempo inteiro, mas acaba encontrando alívio ao decidir procurar uma Unidade de Saúde e fazer o teste de aids. Procurou-se criar uma certa intimidade usando uma linguagem que se aproxima da realidade desses jovens.
Vídeo sobre Testagem Rápida na África.
Vídeo - Gays: Campanha Igual a Você - contra o estigma e o preconceito no Brasil.
Iniciativa dá voz e notoriedade aos direitos humanos de estudantes, gays, lésbicas, pessoas vivendo com HIV, população negra, profissionais do sexo, refugiados, transexuais e travestis e usuários de drogas. Veiculação iniciará no dia 16 de novembro em emissoras de televisão de todo o país.
Vídeo - Transexuais e Travestis: Campanha Igual a Você - contra o estigma e o preconceito no Brasil.
Iniciativa dá voz e notoriedade aos direitos humanos de estudantes, gays, lésbicas, pessoas vivendo com HIV, população negra, profissionais do sexo, refugiados, transexuais e travestis e usuários de drogas. Veiculação iniciará no dia 16 de novembro em emissoras de televisão de todo o país
Vídeo - Pessoas Vivendo: Campanha Igual a Você - contra o estigma e o preconceito no Brasil.
Iniciativa dá voz e notoriedade aos direitos humanos de estudantes, gays, lésbicas, pessoas vivendo com HIV, população negra, profissionais do sexo, refugiados, transexuais e travestis e usuários de drogas. Veiculação iniciará no dia 16 de novembro em emissoras de televisão de todo o país.
Vídeo - Simulação de teste rápido patrocinado por Projeto Aids de Minnesota - Califórina/EUA
Vídeo - Preconceito Não.
Filme integrante da campanha para o Dia Mundial da Luta contra a Aids do Ministério da Saúde. Viver com AIDS é possível. Com o preconceito não.
Confidencialidade
O "Quero Fazer" sabe que o resultado de um teste só diz respeito à pessoa. É um direito dela contar ou não o resultado - se quiser e quando quiser - para outras pessoas. No trailler ou nos outros serviços do "Quero Fazer" você não será exposto a nenhum tipo de constrangimento durante a realização do seu teste. Toda a equipe responsável pelo aconselhamento e testagem respeita o sigilo profissional e, além disso, tem formação específica em questões éticas e de confidencialidade.
Antes de fazer o teste você conversa um pouco com profissionais de saúde que dão orientações sobre prevenção às DST/HIV/Aids e outros cuidados com a saúde. Depois, tira três gotinhas de sangue do seu dedo para o teste e, em um espaço reservado, este profissional de saúde irá te dizer qual o resultado do teste. Tudo com a maior discrição e sigilo.
Somente você terá acesso ao seu resultado.
Fique tranqüilo!
Como fazemos
Para atingir seus objetivos estratégicos o programa "QUERO FAZER",atuando em parceria com Programas Estaduais e Municipais de DST/Aids, ONGs e serviços de saúde locais, estruturou e trabalha com a realização de aconselhamento e testagem voluntária (ATV) para o HIV, usando o teste rápido. Este trabalho é concretizado e disponibilizadoa grupos específicos da população (gays, HSH e travestis)de três formas:
Em serviço de ATV em unidade móvel.
Em serviço de ATV em uma ONG no Rio de Janeiro e no Recife.
Em Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) específico durante horários alternativos.
Profissionais de saúde com qualificações necessárias para realização de ATV com teste rápido e educadores de pares formam equipe local de cada um desses serviços, e seguem toda a normatização e procedimentos definidos pelo Ministério da Saúde em termos da realização de testes anti-HIV e de confidencilidade. Além disso, as equipes locais também são devidamente instrumentalizadas em áreas específicas como direitos humanos, combate ao estigma e a discriminação e promoção de saúde, entre outras.
Quem Somos
por Quero fazer
A Pact Brasil além de contribuir para o desenvolvimento social e a redução das vulnerabilidades da população,visa o fortalecimento da sociedade civil organizada para que estas possam atuar de modo mais eficiente no alcance de suas metas. A USAID apoia os esforços brasileiros em direção ao desenvolvimento sustentável. O apoio a valores democráticos e uma política econômica voltada para o mercado aberto e o setor privado têm sido a base de sustentação de uma crescente parceria entre os EUA e o Brasíl. E o Departamento de DST , Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde que tem como foco reduzir a incidência do HIV/Aids e outras DST e a vulnerabilidade da população brasileira a esses agravos; promover a qualidade de vida das pessoas vivendo com HIV/Aids e reduzir o estigma e os demais impactos negativos do HIV/Aids e outras DST, por meio de políticas.
A parceria entre estes três atores resultou no desenho e implantação do programa "QUERO FAZER", cujas linhas programáticas estão em consonância com os objetivos do "Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre Gays, Homens que fazem sexo com Homens (HSH) e Travestis" do Governo Brasileiro e da mesma forma com as prioridades e estratégias da USAID no Brasil em HIV/Aids.
Teste rápido
Vinte minutos de conversa com profissionais de saúde, um furinho na ponta do dedo, três gotinhas de sangue e o resultado em muito pouco tempo. É assim que funciona o teste rápido para descobrir se uma pessoa tem ou não o HIV. Em menos de uma hora, você conversa, faz o teste e recebe o resultado. É um teste prático e rápido, com a mesma garantia dos exames convencionais. O teste é gratuito, sigiloso e um direito seu.
Se o resultado der negativo, é mais um motivo para você continuar se cuidando e usando sempre a camisinha.
Se der positivo? A primeira coisa é saber que você não está sozinho. Existem redes de saúde e de apoio, formadas por serviços públicos e por ONGs. É também importante saber que o diagnóstico precoce do HIV permite que você inicie o acompanhamento médico no momento certo e garanta melhor qualidade de vida. O "Quero Fazer" irá te dar todas as informações e apoio para o seu encaminhamento à primeira consulta médica, quando você poderá começar o tratamento gratuito. Normas de realização do teste de HIV são modificadas pelo Ministério da Saúde
Quando fazer?
O teste de aids não deve ser feito de forma indiscriminada e a todo o momento. O aconselhável é que quem tenha passado por uma situação de risco, como ter feito sexo desprotegido, faça o exame. Após a infecção pelo HIV, o sistema imunológico demora cerca de um mês para produzir anticorpos em quantidade suficiente para serem detectados pelo teste. Por conta disso, é melhor fazer o exame após esse período.
SITUAÇÕES DE RISCO
O HIV pode ser transmitido:
- Por relações sexuais desprotegidas (sem o uso do preservativo), anais, vaginais e orais;
- Pelo compartilhamento de agulhas e seringas contaminadas;
- De mãe para filho durante a gestação, o parto e a amamentação;
- Por transfusão de sangue.
Mas é bom lembrar que o HIV não é transmitido pelo beijo, toque, abraço, aperto de mão, compartilhamento de toalhas, talheres, pratos, suor ou lágrimas. Portanto, toda pessoa soropositiva pode e deve receber muito carinho e atenção!
Lista de Contatos
Relação de Programas e CTAS no Rio de Janeiro e Recife
Rio de Janeiro
Programa Estadual de DST e Aids do Rio de Janeiro
Rua México, 128, sala 412
Cep: 24031-142 - Castelo - Rio de Janeiro - RJ Tej.: (21) 2299 - 9756/ 2299-9757/ 2299-9758/ 2299-9755 ramal:23
Fax: (21) 2299 - 9755/2299 - 9757
Programa Municipal de DST e Aids do Rio de Janeiro
Rua Afonso Cavalcanti, 455, Bloco 1, Sala 856 - Cidade Nova
CEP 20211-901 - Rio de Janeiro - RJ
TEL: (21) 2503-2234 / 2501-2235 / 2503-2238 FAX: (21) 2293-3210
CTAs da Cidade do Rio de Janeiro
CTA - Rocha Maia no Rio de Janeiro - Hospital Municipal Rocha Maia
Rua General Severiano, 91
CEP 22.290-901 - Botafogo - Rio de Janeiro - RJ
TEL: (21) 2295-2095 FAX: (21) 2295-2295 E-mail: hmrmaia@rio.rj.gov.br
CTA - Gaffre Guinle do Rio de Janeiro - Hospital Universitário Gaffrée Guinle
Rua Maris e Barros, 775
CEP 20.270-004 - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ
TEL: (21) 2568-4244 FAX: (21) 2264-4118
CTA - Madureira / Unidade Integrada de Saúde Herculano Pinheiro
Av Ministro Edgar Romero, 276 B
CEP 21360-200 - Madureira - Rio de Janeiro - RJ
TEL: (21) 3390-0180 - Ramal 235 FAX: (21) 3350-9211
CTA - Hospital Escola São Francisco de Assis - HESFA / Rio de Janeiro
Avenida Presidente Vargas, 2863
CEP 20210-030 - Cidade Nova - Rio de Janeiro - RJ
TEL: (21) 2293-2255 FAX: (21) 3184 4425 e-mail: sonia@ponte.ufrj.br
Região Metropolitana (Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Japeri, Magé, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica e Tanguá)
Duque de Caxias
Programa Municipal de DST e Aids de Duque de Caxias
Alameda Dona Tereza, 03 - Jardim Primavera
Duque de Caxias - RJ
TEL: (21) 2773-6325 FAX: (21) 2773-6326
CTA - Duque de Caxias / Centro Municipal de Saúde de Duque de Caxias
Rua General Gurjão, S/N
CEP 25.000-000 - Centro - Duque de Caxias - RJ
Tel: (21) 2671-7659 - Ramal 221
FAX: (21) 2672-0450 FAX: 2672 0450 Email: darcymf@ig.com.br
Itaboraí
CTA - Itaboraí / Policlínica de Especialidades
Rua Prefeito Álvaro Pinto, s/nº
Itaboraí - RJ
Tel: (21) 2635-2062
Mesquita
CTA - Mesquita - Policlínica Celestina José Ricardo Rosa
Rua Paraná, 557
Centro - Mesquita - RJ
TEL: (21) 2796-3541 (PS)
Niterói
Programa Municipal de DST e Aids de Niterói
Av. Ernani do Amaral Peixoto, 171/302, 8º Andar - Centro
CEP 24020-071 - Niterói - RJ
TEL: (21) 2719-4491 FAX: (21) 2719-4491
CTA - Santa Rosa - Niterói - Policlínica Comunitária Sergio Arouca
Praça Vital Brasil S/N
CEP 24230-340 - Vital Brasil - Niterói - RJ
TEL: (21) 2711- 2366 - Ramal 216
Nova Iguaçu
Programa Municipal de DST e Aids de Nova Iguaçu
Rua Bernardino de Mello, 1895
CEP 26255-140 - Nova Iguaçu - RJ
TEL: (21) 2667 3281 / 2667 4136 / 0 800 257970 FAX: (21) 2667-4136
CTA - Nova Iguaçu Centro de Saúde Dr. Vasco Barcelos
R. Bernardino De Mello, 1895
CEP 26255-140 - Centro - Nova Iguaçu - RJ
TEL: (21) 2768-5921 E-mail: paulaguidone@globo.com
São Gonçalo
Programa Municipal de DST e Aids de São Gonçalo
Avenida Prof. João Pereira Dias, s/n - Neves
CEP 24405-000 - São Gonçalo - RJ
TEL: (21) 2624-5756 / 2628-4196
FAX: (21) 2624-5756
CTA - São Gonçalo - Posto de Atendimento Médico - PAM Neves
Rua Prof. João Pereira Dias s/nº
CEP 24.425-004 - Neves - São Gonçalo - RJ
TEL: (21) 2624-5756 E-mail: coorddstaidssg@yahoo.com.br
São João do Meriti
Programa Municipal de DST e Aids de São João de Meriti
Rua Pastor Joaquim Rosa, s/n - Vilar dos Telles
CEP 25555-000 - São João de Meriti - RJ
TEL: (21) 2651-1205 FAX: (21) 2651-1205 / 2756-8504
CTA - São João do Meriti - Dr. Anibal Viriato de Azevedo
Rua Pastor Joaquim Rosa, S/N
CEP 25555-000 - Vilar do teles - São João de Meriti - RJ
TEL: (21) 3755-5525 E-mail: aidsjm@ig.com.br
Recife
Programa Estadual de DST e Aids de Pernambuco
Praça Oswaldo Cruz, s/n
CEP 50050-210 - Boa Vista - Recife - PE
TEL (81) 3181-6429 / 3181-6518 / 3181-6511 FAX: (81) 3181-6344
Programa Municipal de DST e Aids de Recife
Rua Major Codeceira, 98 - Santo Amaro
CEP 50100-070 - Recife - PE
TEL: (81) 3413-1264 / 3425-8624 / 3221-9256 FAX: (81) 3413-1264
CTA da Cidade do Recife
CTA/ COAS de Recife - Policlínica Gouveia de Barros
R. Gervásio Pires S/N
CEP 50060-230 - Pátio de Santa Cruz - Recife - PE
TEL: (81) 3232-1483 FAX: (81) 3232-1514 e-mail: rejane@recife.pe.gov.br
Região Metropolitana do Recife (Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista, Abreu e Lima, Igarassu, Camaragibe, Cabo de Santo Agostinho, São Lourenço da Mata, Araçoiaba, Ilha de Itamaracá, Ipojuca, Moreno, Itapissuma)
Jaboatão do Guararapes
Programa Municipal de DST e Aids de Jaboatão dos Guararapes
Avenida Arão Lins de Andrade, 528, Sala 06 - Prazeres
CEP 54320-640 - Jaboatão dos Guararapes - PE
TEL: (81) 3375-1474 / 3375-1451 FAX: (81) 3375-1474
CTA - Municipal Jaboatão - Coordenação Municipal de DST/Aids
Rua Arão Lins de Andrade, 528 Sala 4,5,7.
CEP 54320-640 - Jaboatão dos Guararapes - PE
TEL: (81) 3375-1474 E-mail: mcanduda09@yahoo.com.br
Olinda
Programa Municipal de DST e Aids de Olinda
Rua do Sol, 311 - Carmo
CEP 53120-010 - Olinda - PE
TEL: (81) 3305-9681 FAX: (81) 3305-1115
CTA/ COAS de Olinda / Policlínica João de Barros Barreto
R. Dr. Justino Gonçalves, s/n
CEP 53020-040 - Carmo - Olinda - PE
TEL (81) 3493-9681 FAX: (81) 3305-1131 e-mail: aids.olinda@yahoo.com.br
Paulista
Programa Municipal de DST e Aids de Paulista
Rua Cleto Campelo, 59
CEP 53443-110 - Paulista - PE
TEL: (81) 3433-0754 / 3433-0388 / 9261-6205 FAX: (81) 3437-2349
CTA / COAS - Paulista / CS Manoel Caldas Arthur Lundreg I
R. Inanimada s/n.
CEP 53417-580 - Arthur Lundreg I - Paulista - PE
TEL: (81) 3437-0754 FAX: (81) 3372-3766 e-mail: fernanda.anata@bol.com.br
Camaragibe
Programa Municipal de DST e Aids de Camaragibe
Rua Belmino Correia, 2340 - Timbi
CEP 54768-000 - Camaragibe - PE
TEL: (81) 3458-1086 FAX: (81) 3458-1086
CTA - Camaragibe / Centro de Atenção a Saúde do Homem e da Mulher de Camaragibe
R. das Margaridas n. 12
CEP 54759-360 - Novo - Camaragibe - PE
TEL: (81) 3456-6715
Cabo de Santo Agostinho
Programa Municipal de DST e Aids de Cabo de Santo Agostinho
Avenida Presidente Getúlio Vargas, 994
CEP 54500-000 - Centro - Cabo de Santo Agostinho - PE
TEL: (81) 3521-6786 FAX: (81) 3524-9237 E-mail: dstaids.cabo@yahoo.com.br
CTA - Hebert de Souza
Rua Historiador Pereira da Costa,428
CEP 54510-360 - Centro - Cabo de Santo Agostinho - PE
TEL: (81) 3521-6456 FAX: (81) 3521-6711 E-mail: mame.neiva@yahoo.com.br
Porque fazer?
por Quero fazer
Se você souber que tem o HIV precocemente, isso quer dizer, com antecedência, permite que você inicie o tratamento no momento certo para uma melhor qualidade de vida.
Como fazer?
por Quero fazer
O diagnóstico da infecção pelo HIV é feito por meio de testes, realizados a partir da coleta de uma amostra de sangue. No Brasil, temos os exames laboratoriais como o Elisa anti-HIV e os testes rápidos que detectam os anticorpos contra o HIV em um tempo inferior a 30 minutos.
1.É feito o aconselhamento antes do teste.
2.Coleta de sangue, análise e laudo.
3. Entrega de resultados e orientações ao paciente

01/03/10 06:16:21 pm, 


