Você sabe o que é e como é feito o aconselhamento no programa Quero Fazer ?

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Saiba um pouquinho sobre o aconselhamento no programa Quero Fazer. Confira o  vídeo!!!

 

Mobilização Mundial

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Equipe Quero Fazer

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Vídeo com depoimento de Regina Conhen (aconselhadora) no Quero Fazer!!!

 

Eventos....

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Trailer no Recife

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Aqui estão algumas imagens do trailer do Quero Fazer no Recife (Camaragibe e Praça do Carmo)!!

 

 

Por dentro do Trailer

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Quero Fazer no DF

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Confira o vídeo sobre o Quero Fazer no Distrito Federal!!

 

 

Trailler do Quero Fazer em Brasília

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Trailer itinerante leva testagem anti-HIV para gays e travestis no DF

 

 

23.04.2010

 

 

A partir da próxima semana, gays e travestis no Plano Piloto terão uma opção diferente para fazer teste de aids. Uma unidade móvel de saúde (trailer) estará em pontos de concentração desse público para realizar teste rápido anti-HIV à noite. A cerimônia de lançamento da iniciativa está marcada para hoje, às 11h45, no auditório do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. Trata-se do projeto-piloto Quero Fazer, uma ação inédita no Brasil destinada à prevenção e à testagem voluntária do vírus da aids entre gays, travestis e outros homens que fazem sexo com homens (HSH). No trailer vão ocorrer atividades de prevenção e aconselhamento, além do exame. Equipe de profissionais de saúde e integrantes de ONG locais serão responsáveis pelo acolhimento do público e pela realização do teste. O teste rápido permite que a entrega de resultado do diagnóstico para a infecção do HIV saia em cerca de 40 minutos.

 

A iniciativa permite que as pessoas possam fazer o exame fora do horário comercial e os pontos estratégicos de funcionamento aproximam essa população vulnerável dos serviços de saúde, além de mobilizá-los para a prevenção em relação a aids. Dados epidemiológicos do Ministério da Saúde de 2008 indicam maior incidência de aids entre gays, travestis e HSH do que na população geral. Nesse segmento, a probabilidade de infecção pelo HIV é de 11 vezes maior do que nos homens heterossexuais. É importante destacar que não há grupo de risco para o HIV/aids, pois qualquer pessoa está suscetível à infecção.

 

O Quero Fazer é uma ação apoiada pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e executada pela Pact Brasil, com o apoio do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, da UnB e de organizações não governamentais locais. O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais é responsável pelo treinamento da equipe de profissionais que atuam junto ao público-alvo e pelo fornecimento dos testes e de preservativos. Além de ir a locais frequentados por esse público, o projeto reforça os objetivos do Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre Gays, HSH e Travestis, lançado pelo Ministério da Saúde, em março de 2008.

 

Brasília é a terceira cidade a aderir à iniciativa. O Quero Fazer atua também no Recife e no Rio de Janeiro.  No Recife, além do trailer ter possibilitado que cerca de duas mil pessoas fizessem seu teste anti-HIV, o serviços de testagem voluntária foi estendido à ONG Grupo Leões do Norte e ao Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) do Cabo de Santo Agostinho, facilitando o acesso de gays e travestis ao diagnóstico do HIV. No Rio de Janeiro, o serviço está disponível no Grupo Arco Iris (ONG LGBT) e no CTA de São João do Meriti, na Baixada Fluminense. Os pontos de testagem e aconselhamento do Quero Fazer ajudam a fortalecer o vínculo dessa população com os serviços públicos de saúde.

 

A ideia do projeto é realizar 4,5 mil testes rápidos de HIV, nas três cidades em dois anos de funcionamento. Para isso, os serviços de diagnóstico para o HIV do Quero Fazer usando o teste rápido são divulgados e complementados por ações de prevenção realizadas por educadores de pares (lideranças de ONG LGBT locais). A importância da prevenção das DST/HIV e do diagnóstico precoce é reforçada também por estratégias de comunicação do projeto, entre elas: perfil e colunas em sites de relacionamento gay, blog www.pactbrasil.org/querofazer, comunidade Quero Fazer no Orkut, cartilha, folderes e mensagens de texto via celular.

 

SERVIÇO

Lançamento do Quero Fazer: Hoje (23 de abril), às 11h45, auditório do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais (SAF Sul Trecho 2, bloco F, Torre 1, Ed. Premium - Auditório)

Contato: Pact Brasil: (21) 9390-5448 e Departamento DST, Aids e Hepatites do Ministério da Saúde: (61) 3306-7016

 

PROGRAMAÇÃO DO TRAILER ITINERANTE

Parque da Cidade, Conic e 403 sul (próximo ao Gate´s Pub) à noite

 

MAIS INFORMAÇÕES

Embaixada dos Estados Unidos no Brasil: http://www.embaixada-americana.org.br/

USAID: http://brazil.usaid.gov/pt

Departamento DST, Aids e Hepatites do Ministério da Saúde: www.aids.gov.br

Pólo de Prevenção de DST, Aids da UnB: 3307-2772 ramal 208

Nota Pública

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Nota Pública da ABGLT sobre a Testagem de HIV durante as Paradas do Orgulho LGBT

 

A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT, é uma entidade de abrangência nacional, fundada em 1995, que congrega 237 organizações de LGBT em todos os Estados do Brasil e Distrito Federal.

 

A ABGLT desde sua fundação sempre afirmou a necessidade da luta da prevenção vir sempre antes do diagnóstico e tratamento das doenças.

 

A cada três anos a ABGLT realiza seu Congresso, onde diversas questões, e em especial a Saúde da População LGBT, são amplamente discutidas e deliberadas.

 

Durante a semana de 05 a 13 de abril de 2010, abrimos uma discussão com qualidade sobre a testagem do HIV durante as Paradas do Orgulho LGBT.

 

É entendimento comum das afiliadas da ABGLT que a testagem do HIV é um direito que assiste aos pelo menos 180 milhões de brasileiros e brasileiras. Entendemos também que é preciso avançar na acessibilidade dos testes e na ampliação do diagnóstico.

 

Nossa comunidade, em especial os gays e as travestis, compõem os segmentos mais estigmatizados pela Aids, mesmo sendo o segmento que mais faz uso de preservativo e que mais se testa neste país.

 

A Homofobia associada com a Aidsfobia atinge em maior grau gays e travestis, especialmente quando assumem que são soropositivas.

 

A ABGLT entende que a questão da testagem do HIV dentro das Paradas do Orgulho LGBT deve ser objeto de discussão envolvendo diversos atores: Conselho Nacional de Saúde, Comissão Nacional de Ética em Pesquisa, Conselho Federal de Medicina, de Enfermagem, de Psicologia, de Serviço Social, Lideranças do Movimento LGBT que vivem com HIV, Lideranças LGBT que organizam as paradas, Ordem dos Advogados do Brasil e o Departamento de DST, Aids e HIV do Ministério da Saúde.

 

A ABGLT entende que enquanto este debate não for colocado às claras para a sociedade civil e enquanto não houver o entendimento de todos que o melhor caminho a se tomar para resolver os problemas da baixa testagem do HIV no Brasil se resume à ampliação da testagem nas Paradas LGBT, a ABGLT avalia que a ação de Diagnóstico para a comunidade LGBT deve permanecer restrita aos espaços de Saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).

 

A ABGLT também não tem notícia de nenhuma parada do orgulho LGBT no mundo que faça testagem de HIV em LGBT.

 

As paradas foram criadas com o intuito de Comemorar o dia do Orgulho LGBT.

 

A ABGLT e suas 237 afiliadas fazem diariamente o trabalho de convencimento de nossa comunidade para que em caso de sexo desprotegido faça a testagem do HIV, além de rotineiramente distribuir gel, camisinha e informações sobre cuidados com o corpo e com a prevenção de DST e HIV.

 

A ABGLT propõe que ao invés da testagem nas Paradas, as organizações que promovem os eventos, destinem espaços nos seus materiais de comunicação para promover a saúde da população LGBT, informando a ela o local, dia, horário de se fazer os exames. As entidades esperam parceria com o SUS, no sentido de abrir suas portas 24 Horas, durante os 365 dias do ano, em toda sua rede de saúde, e em especial na semana posterior à parada, para que nossa comunidade LGBT possa ter acessibilidade a testagem rápida.

 

Ao mesmo tempo, as ONGs sugerem realizar a vacinação da população LGBT para hepatites e HPV.

 

A ABGLT pretende assim ampliar a visibilidade massiva de nossa comunidade LGBT, levantar sua autoestima, cobrar direitos civis, e promover a saúde através da prevenção, durante as paradas do orgulho LGBT.

 

Entendemos que a população LGBT, sobretudo os jovens gays e travestis, precisam de maior acolhimento no SUS, e nas áreas de serviço social e psicologia. Ao mesmo tempo entendemos que é preciso que os Planos de Ações e Metas Estaduais e Municipais destinem não apenas 5% em média de seus recursos para a prevenção deste público-alvo, mas algo em torno de 44% dos recursos, tendo em vista o alto grau da epidemia concentrada em nossa comunidade.

 

As organizações afiliadas da ABGLT continuam parceiras na luta contra a Aids no Brasil e não deixarão de medir esforços para fazer reduzir o número de LGBT infectados pelo HIV no País, mesmo com toda homofobia institucionalizada, que transfere poucos recursos da saúde para prevenção da nossa comunidade.

 

Os Planos de Enfrentamento da Aids junto aos Gays, outros HSH, Travestis e Transexuais e Lésbicas, devem ser o desafio maior a ser enfrentado pelos gestores municipais e estaduais de saúde, sem o que, ficaremos eternamente no topo da população mais infectada pelo HIV e correndo atrás de diagnóstico e tratamento.

 

Entendemos ainda que a Política Nacional de Saúde LGBT precisa ser pactuada urgentemente pela Tripartite, criando condições objetivas para que nas próximas décadas a equidade no SUS seja igual para todos os cidadãos e cidadãs, independente da orientação sexual e identidade de gênero.

 

Por fim, orientamos todas as nossas afiliadas para que articulem com as Secretarias Municipais de Saúde a disponibilização da testagem rápida do HIV para LGBT, na primeira segunda-feira, após a realização da parada, até o dia em que a demanda for resolvida.

 

Diretoria da ABGLT em 14.04.2010

 

Aprovado o Regimento Interno do Conselho de Direitos da População LGBT do Estado do Rio de Janeiro

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No dia 24.03.2010 foi publicado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, em Diário Oficial, a Resolução SEASDH nº232 de 22.03.2010 com a aprovação do Regimento Interno do Conselho de Direitos da População LGBT do Estado do Rio de Janeiro. Este conselho foi criado por decreto pelo Governador do Estado do Rio de Janeiro e torna-se um importante instrumento para a defesa e promoção dos direitos da população LGBT no estado do Rio.

Mais informações:

Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos
(21) 2334-5545 / 2334-5546

Lampião da Esquina: PRIMEIRO JORNAL GAY BRASILEIRO DE GRANDE CIRCULAÇÃO É RESTAURADO POR ONGs DE CURITIBA

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Coleção completa de 41 edições, impressa há 30 anos, agora completamente restaurada e digitalizada, será lançada nesta sexta-feira

Na última sexta-feira (9), ocorreu na Aliança Paranaense pela Cidadania LGBT o lançamento da coleção restaurada e digitalizada do Jornal Lampião da Esquina, que circulou de 1978 a 1981 e foi dirigido à população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) em plena ditadura militar.

A Associação Paranaense da Parada da Diversidade, através de emenda parlamentar apresentada pelo deputado federal Dr. Rosinha (PT/PR), recebeu financiamento do Ministério da Cultura para executar em parceria com o Grupo Dignidade o projeto “Lampião da Esquina”, que teve por objetivo a restauração e digitalização do jornal, a fim de promover o acesso a conhecimentos sobre manifestações culturais LGBT.

Segundo Toni Reis, presidente da ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais “é fundamental resgatar a memória da cultura LGBT. Temos muito a aprender com a nossa própria história.”

Várias personalidades – algumas da atualidade – contribuíram para a elaboração do Lampião há 30 anos, entre elas: Aguinaldo Silva, Caio Fernando Abreu, Gasparino da Matta, Darcy Penteado, João Silvério Trevisan, Wilson Bueno, Peter Fry e João Antonio Mascarenhas.

Em seu livro “Devassos no Paraíso”, João Silvério Trevisan afirma que o Lampião era um “fato quase escandaloso para as pudicas esquerda e direita brasileiras, acostumadas ao recato, acima de tudo. Lampião vinha, bem ou mal, significar uma ruptura”. Ruptura no sentido de que o jornal foi inédito em tratar abertamente de temas antes “considerados ‘secundários’ – tais como sexualidade, discriminação racial, artes, ecologia, machismo – e a linguagem empregada era comumente a mesma linguagem desmunhecada e desabusada do gueto homossexual” (id.).

Agora, o material considerado marco importante na “abertura política” no Brasil, será disponibilizado para consulta no Centro de Documentação Histórica Professor Dr. Luiz Mott, localizado na sede da Aliança Paranaense pela Cidadania LGBT. O periódico teve uma edição n° “zero”, 37 edições seqüenciais e mais 03 edições “extras”, totalizando 41 edições.

O jornal também foi digitalizado e está à disposição para consulta pela internet, no endereço: www.grupodignidade.org.br

Informações: (41) 3222 3999.

Parceria VIVO

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VIVO é parceira na difusão do teste rápido e na prevenção do HIV

 

No dia 1º de abril, a VIVO em parceria com a Pact Brasil enviou cerca de 1 milhão e 800 mil mensagens por celular (SMS)pessoas/clientes (sexo masculino) nas cidades do Recife, Rio de Janeiro e Brasília.  

 

A mensagem divulgada foi ("Há no Brasil  255 mil pessoas que não sabem que estão infectadas com o HIV. Cuide-se, faça seu teste! Mais informações acessem www.pactbrasil.org/querofazer").  

Museo Travesti

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Museo Travesti Del Perú: luta da cidadania trans da América Latina

Por Claudia Wonder

 

Foi com iniciativa do filósofo e travesti peruano Giuseppe Campuzano que surgiu em Novembro de 2003 o Museo Travesti Del Perú. O objetivo é preservar a memória da comunidade trans, sua ligação com os outros segmentos da sociedade e, com isso, promover uma nova história do Peru. Uma pesquisa sobre a diversidade e o significado do travestismo presente na cultura peruana, que se manifesta nas artes, na festa patronal e na vida cotidiana do país.    

Campuzano conta que há quase 500 anos, os colonizadores espanhóis chegaram na América Latina e tomaram o controle do Império Inca. Antes de suas chegada, existia uma identidade indígena para pessoas que não se viam nem como homem nem como mulher. Os colonizadores proibiram essa identidade, punindo essas pessoas com o açoite e a humilhação pública. "Travesti é um termo moderno que descreve na América Latina as pessoas que transitam por gêneros, sexos e maneiras de vestir e surgiu dessa identidade reprimida. Esta repressão teve ecos em outras partes do mundo, como por exemplo, quando os colonizadores britânicos proibiram os hijras na Ásia Meridional", afirma.  A entrevista (em inglês): http://hemisphericinstitute.org/hemi/pt/campuzano-interview

O diretor do Museo Travesti Del Perú também afirma que os travestis atuais herdaram o que há de pior nos dois gêneros. Diz que nos espaços públicos, os travestis são considerados suficientemente masculinos para serem espancados pela polícia e para sustentar a família. No mercado de trabalho a discriminação significa que ser profissional do sexo é quase a

única opção para a pessoa trans. No entanto, pelo menos no Peru, as travestis estão agora se mobilizando para exigir seus direitos e expandir suas possibilidades. Uma dessas iniciativas é o Museo Travesti Del Perú .

O museu é constituído de uma exposição volante de trabalhos artísticos e peças de informação sobre travestis dos tempos históricos até o tempo presente. A mostra já foi exibida em vários parques, praças, bulevares, mercados, universidades e centros em todo o Peru, incluindo áreas onde travestis trabalham e/ou freqüentam. O espaço não celebra somente travestis. Quer mostrar que a tentativa de categorizar todas os humanos como homem ou mulher traz problemas não somente para as travestis, mas também para outras pessoas. Muita gente não se encaixa nessas categorias. Você pode ter genitália feminina, mas sua bunda ou seios pode não ser grande o suficiente para que seja considerada feminina. Você pode ter um pênis, mas a sociedade pode te deixar com um complexo de que ele é pequeno demais para você ser um homem adequado. Ou então seu corpo pode se encaixar perfeitamente no estereótipo de beleza feminina, mas você deseja viver como um homem. As categorias de sexo, como o gênero, são construídas socialmente - ao menos até certo ponto. Como acontece com o gênero, a socialização regula e reprime a diversidade de sexos. Se contestarmos a categorização de todas as pessoas como homem ou mulher, isso pode acabar com a exclusão das travestis e expandir as possibilidades de todas as pessoas.

Para isso Giuseppe Campuzano sugere que o movimento feminista agregue o movimento trans em sua luta contra o machismo. "As pessoas trans tornaram-se bode expiatório dos dois papéis de gênero e precisam ficar livres da opressão de gênero. Porém, a existência dessas pessoas trouxe novos 'insights' para o pensamento convencional sobre sexo e gênero. Portanto, as reivindicações por direitos das pessoas trans estão intrinsecamente ligadas às metas do movimento feminista. Está na hora de trabalharmos juntas para superar as dicotomias limitantes que restringem a todos nós", destaca o filósofo.

E no Brasil, como seria a condição das pessoas trans na organização da sociedade indígena local? Talvez esteja na hora de nossos antropólogos e estudiosos do movimento GLBT brasileiro empreitarem uma pesquisa a respeito, assim como Giuseppe Campusano está fazendo no Peru. Vocês não acham? 

Beijos

Claudia Wonder

Inscrição Laboratório da Imagem ANO III

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Abertas as inscrições para o Laboratório da Imagem

 

Você gosta de fotografia? Sabe como aproveitar todos os recursos que sua câmera lhe oferece? Passa noites e dias pensando em imagens picantes e tem vontade de passá-las para sua máquina? Se alguma de suas resposta foi sim, entre em contato com a ABIA e garanta sua inscrição no Laboratório da Imagem. O curso é dividido em quatro módulos e acontecerá sempre às quartas, das 18h às 20h, na sede da ABIA. Gratuito, o curso é para jovens gays de 18 a 24 anos de idade e faz parte do projeto Meninos do Rio, que conta com o apoio da Fundação Schorer. 

 

No caso de dúvidas, entre em contato com a ABIA pelo e-mail abia@abiaids.org.br ou pelo telefone 2223 1040,falar com Luciana Kamel ou Ricardo Molnar. Divulguem!

 

Saiu na TV Brasil

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Confira a matéria exibida pela TV Brasil (Repórter Brasil) sobre o serviço de testagem rápida anti-HIV que está sendo realizado na sede do Grupo Arco Iris, no Rio de Janeiro!

 

 

Peças publicitárias da francesa Aides

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Em 2006 a francesa Aides veiculou uma série de peças bem bacanas na temática de prevenção ao HIV. Vale a pena dar uma conferida!

 

 

Nota de esclarecimento

por Quero Fazer Fazer Email

Nota de esclarecimento

Sobre a polêmica envolvendo a oferta de testes de aids para adolescentes, o Ministério da Saúde reafirma:
 
- O estímulo ao diagnóstico precoce da infecção pelo HIV é uma prioridade na política nacional de enfrentamento da epidemia do HIV/aids. O diagnóstico precoce da doença está relacionado à melhor qualidade de vida das pessoas que tem o vírus.
 
- O acesso ao exame anti-HIV é um direito de todos os cidadãos independentemente de sua idade.
 
- A infecção pelo HIV é uma realidade entre os adolescentes. O número acumulado de casos entre adolescentes  (13 e 19 anos) de 2000 e 2009 foi de 3.713 em meninas e 2.448 meninos.
 
- Diante dos dados, todas as iniciativas de promoção da testagem anti-HIV são apoiadas pelo Ministério da Saúde, desde que sejam respeitadas questões como: autonomia sobre a decisão de fazer o teste, sigilo e confidencialidade sobre o resultado. 
 
- No âmbito mundial, o Comitê de Direitos da Criança da Convenção Internacional dos Direitos da Criança - da qual o Brasil é signatário - afirma que garantir direitos ao adolescente (menor de 18 anos), nos serviços de saúde, independente da anuência de seus responsáveis, vem se revelando como elemento indispensável para a melhoria da qualidade da prevenção, assistência e promoção de sua saúde.
 
- Com base nisso, o Marco Legal: Saúde, um Direito de Adolescentes do Ministério da Saúde recomenda que:

- quando se tratar de criança (0 a 12 anos incompletos), a testagem e entrega dos exames anti-HIV só deve ser realizada com a presença dos pais ou responsáveis;
- quando for adolescente (12 a 18 anos), após uma avaliação de suas condições de discernimento, fica restrito à sua vontade a realização do exame, assim como a participação do resultado a outras pessoas.
 
- Recomenda-se, para as atividades de estímulo a testagem neste grupo etário, a adoção de medidas adicionais no sentido de garantir ao adolescente, se HIV+, em especial, acesso a suporte social e psicológico.
- O envolvimento da família é, obviamente, desejável, mas está condicionado à decisão do próprio adolescente.
- O governo federal, por meio dos Ministérios da Saúde e da Educação, em conjunto com governos estaduais e municipais, com apoio da UNESCO, UNICEF e UNFPA, vem desenvolvendo, desde 2003, ações de prevençao às DST/Aids no Programa Saúde e Prevençao nas Escolas (SPE). A testagem anti-HIV, neste contexto, compõe o conjunto de estratégias de prevenção do SPE.
 
 
Mariângela Simão
Diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Ministério da Saúde

29 de janeiro - Dia da Visibilidade das Travestis

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29 de janeiro - Dia da Visibilidade das Travestis
Sou travesti. Tenho direito de ser quem eu sou

 

Principais alvos da violência discriminatória, travestis de todo o país criaram material para sensibilizar a população contra o preconceito. A campanha de promoção de direitos humanos e prevenção à aids contém toques de celular, telas de descanso e vídeos de celular, cartazes e folderes.

É a primeira vez que as travestis produzem e criam o conceito de um material destinado para elas mesmas. Com o slogan "Sou travesti. Tenho direito de ser quem eu sou", a proposta é promover a inserção social e a imagem positiva das travestis, além de disseminar o conhecimento sobre as formas de prevenção a aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, além do o combate à violência e à discriminação.

"Como são vítimas de violência e da dificuldade de acesso a serviços públicos, como saúde e educação, as travestis tornam-se mais vulneráveis à infecção pelo HIV", explica a diretora do Dep. de DST, Aids e Hepatites Virais, Mariângela Simão. Produzir o seu próprio material, diz, as torna protagonistas de suas próprias histórias. Na vida real, elas não são ouvidas, nem vistas. Não acolhidas de forma adequada nos serviços de saúde, elas também têm mais dificuldades para recorrer aos instrumentos necessários à prevenção às DST e outros problemas de saúde.

Abaixo está o material educativo produzido por travestis de todo o país para campanha de promoção de direitos humanos e prevenção à aids, com o apoio do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Fala sobre a formação de identidade da travesti. Mais informações em www.aids.gov.br/travestis.

 

Vídeos de celular 

 

O nome que escolhi - Tathiane

 

 

 

O nome que escolhi - Fabrícia

 

 

Making of da Oficina de Criatividade

 

Onde encontrar o TR

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Teste Rápido

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ONGs que fazem teste rápido no Rio de Janeiro e Recife:

 

Grupo Arco-iris

Rua do Senado, 230 - Cobertura 1

Centro - Rio de Janeiro - RJ

Tel.: (21) 2222-7286 / 2215-0844

site: www.arco-iris.org.br

Horários de atendimento para realização do teste no Grupo Arco-Iris:

Terça, quarta e quinta-feira: 16h às 21h

 

 

Movimento Gay Leões do Norte

Rua do Riachuelo, 720

Boa Vista - Recife - PE

Tel.: (81) 3222-2207

www.leoesdonorte.org.br

Horários de funcionamento para realização do teste no Leões do Norte:

Terça-feira, quarta-feira e quinta-feira:   15h30h às 19h 

 

CTA Hebert de Souza

Cabo de Santo Agostinho-PE

Av. Historiador Pereira da Costa, 428, Centro
Tel.: (81) 3524-9237

Segunda - feira,  terça-feira  e quinta-feira: 8h às 16h

Quarta-feira: 8h às 18h

 

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