Arquivos para: Março 2010

Inscrição Laboratório da Imagem ANO III

por Quero Fazer Fazer Email

 

Abertas as inscrições para o Laboratório da Imagem

 

Você gosta de fotografia? Sabe como aproveitar todos os recursos que sua câmera lhe oferece? Passa noites e dias pensando em imagens picantes e tem vontade de passá-las para sua máquina? Se alguma de suas resposta foi sim, entre em contato com a ABIA e garanta sua inscrição no Laboratório da Imagem. O curso é dividido em quatro módulos e acontecerá sempre às quartas, das 18h às 20h, na sede da ABIA. Gratuito, o curso é para jovens gays de 18 a 24 anos de idade e faz parte do projeto Meninos do Rio, que conta com o apoio da Fundação Schorer. 

 

No caso de dúvidas, entre em contato com a ABIA pelo e-mail abia@abiaids.org.br ou pelo telefone 2223 1040,falar com Luciana Kamel ou Ricardo Molnar. Divulguem!

 

Saiu na TV Brasil

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Confira a matéria exibida pela TV Brasil (Repórter Brasil) sobre o serviço de testagem rápida anti-HIV que está sendo realizado na sede do Grupo Arco Iris, no Rio de Janeiro!

 

 

Peças publicitárias da francesa Aides

por Quero Fazer Fazer Email

 

 

Em 2006 a francesa Aides veiculou uma série de peças bem bacanas na temática de prevenção ao HIV. Vale a pena dar uma conferida!

 

 

Nota de esclarecimento

por Quero Fazer Fazer Email

Nota de esclarecimento

Sobre a polêmica envolvendo a oferta de testes de aids para adolescentes, o Ministério da Saúde reafirma:
 
- O estímulo ao diagnóstico precoce da infecção pelo HIV é uma prioridade na política nacional de enfrentamento da epidemia do HIV/aids. O diagnóstico precoce da doença está relacionado à melhor qualidade de vida das pessoas que tem o vírus.
 
- O acesso ao exame anti-HIV é um direito de todos os cidadãos independentemente de sua idade.
 
- A infecção pelo HIV é uma realidade entre os adolescentes. O número acumulado de casos entre adolescentes  (13 e 19 anos) de 2000 e 2009 foi de 3.713 em meninas e 2.448 meninos.
 
- Diante dos dados, todas as iniciativas de promoção da testagem anti-HIV são apoiadas pelo Ministério da Saúde, desde que sejam respeitadas questões como: autonomia sobre a decisão de fazer o teste, sigilo e confidencialidade sobre o resultado. 
 
- No âmbito mundial, o Comitê de Direitos da Criança da Convenção Internacional dos Direitos da Criança - da qual o Brasil é signatário - afirma que garantir direitos ao adolescente (menor de 18 anos), nos serviços de saúde, independente da anuência de seus responsáveis, vem se revelando como elemento indispensável para a melhoria da qualidade da prevenção, assistência e promoção de sua saúde.
 
- Com base nisso, o Marco Legal: Saúde, um Direito de Adolescentes do Ministério da Saúde recomenda que:

- quando se tratar de criança (0 a 12 anos incompletos), a testagem e entrega dos exames anti-HIV só deve ser realizada com a presença dos pais ou responsáveis;
- quando for adolescente (12 a 18 anos), após uma avaliação de suas condições de discernimento, fica restrito à sua vontade a realização do exame, assim como a participação do resultado a outras pessoas.
 
- Recomenda-se, para as atividades de estímulo a testagem neste grupo etário, a adoção de medidas adicionais no sentido de garantir ao adolescente, se HIV+, em especial, acesso a suporte social e psicológico.
- O envolvimento da família é, obviamente, desejável, mas está condicionado à decisão do próprio adolescente.
- O governo federal, por meio dos Ministérios da Saúde e da Educação, em conjunto com governos estaduais e municipais, com apoio da UNESCO, UNICEF e UNFPA, vem desenvolvendo, desde 2003, ações de prevençao às DST/Aids no Programa Saúde e Prevençao nas Escolas (SPE). A testagem anti-HIV, neste contexto, compõe o conjunto de estratégias de prevenção do SPE.
 
 
Mariângela Simão
Diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Ministério da Saúde

29 de janeiro - Dia da Visibilidade das Travestis

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29 de janeiro - Dia da Visibilidade das Travestis
Sou travesti. Tenho direito de ser quem eu sou

 

Principais alvos da violência discriminatória, travestis de todo o país criaram material para sensibilizar a população contra o preconceito. A campanha de promoção de direitos humanos e prevenção à aids contém toques de celular, telas de descanso e vídeos de celular, cartazes e folderes.

É a primeira vez que as travestis produzem e criam o conceito de um material destinado para elas mesmas. Com o slogan "Sou travesti. Tenho direito de ser quem eu sou", a proposta é promover a inserção social e a imagem positiva das travestis, além de disseminar o conhecimento sobre as formas de prevenção a aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, além do o combate à violência e à discriminação.

"Como são vítimas de violência e da dificuldade de acesso a serviços públicos, como saúde e educação, as travestis tornam-se mais vulneráveis à infecção pelo HIV", explica a diretora do Dep. de DST, Aids e Hepatites Virais, Mariângela Simão. Produzir o seu próprio material, diz, as torna protagonistas de suas próprias histórias. Na vida real, elas não são ouvidas, nem vistas. Não acolhidas de forma adequada nos serviços de saúde, elas também têm mais dificuldades para recorrer aos instrumentos necessários à prevenção às DST e outros problemas de saúde.

Abaixo está o material educativo produzido por travestis de todo o país para campanha de promoção de direitos humanos e prevenção à aids, com o apoio do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Fala sobre a formação de identidade da travesti. Mais informações em www.aids.gov.br/travestis.

 

Vídeos de celular 

 

O nome que escolhi - Tathiane

 

 

 

O nome que escolhi - Fabrícia

 

 

Making of da Oficina de Criatividade

 

Capacitação da equipe de educadores de pares no DF

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"Eu quero é botar meu bloco na rua..." - Trailer de teste rápido chegará a Brasília

 

Em Brasília, nos dias 24, 25 e 26 de fevereiro ocorreu a Capacitação de Equipe Local em  Teste Rápido, Aconselhamento, Prevenção e Estigma & Discriminação para o equipe de educadores de pares que atuarão na unidade móvel de teste rápido. O trailer, que em breve entrará em circulação em Brasília, contará com a atuação de educadores de pares que atuam pelas ONGs Estruturação, Elos LGBT/DF e RNP+. Durante os três dias foram abordadas questões chaves que envolvem toda a rotina de trabalhos para realização de Aconselhamento e Testagem Voluntária através do trailer, que terá uma rotina alternativa aos serviços de saúde visando atingir sobretudo o segmento de gays, HSH e travestis do Distrito Federal. Esta capacitação contou com o apoio do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, a missão brasileira da USAID e a Pact Brasil e ocorreu no Hotel Saint Paul e nas dependências do LACEN-Brasília.

Visita do Departamento de DST,Aids e Hepatites Virais ao Grupo Arco-Iris

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Dra. Mariângela Simão ao centro, com representantes
da USAID, da Pact Brasil e do Grupo Arco-Iris

 

Vendo de perto: Parceiros visitam o Grupo Arco-Íris para conhecer a nova sala de testagem rápida desenvolvida pela USAID/Brasil

 

Rio de Janeiro
No dia 05 de fevereiro a Diretora do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dra. Mariângela Simão e membros de sua equipe, compareceram à sala de testagem rápida na sede do Grupo Arco-Íris, desenvolvida pela missão brasileira da USAID e a Pact Brasil em parceria com este Departamento.

Agora, a sede do Grupo Arco-Íris, no Rio de Janeiro, se junta ao Grupo Gay Leões do Norte, do Recife/PE, na iniciativa, inovadora no país, de instalar serviços de pré-aconselhamento, teste rápido anti-HIV e pós-aconselhamento. Tradicional ONG na promoção dos direitos da população LGBT, o Grupo Arco-Íris aceitou o desafio proposto pela Pact Brasil para trazer mais uma atividade de prevenção às DST/HIV. Assim como em Recife, a adaptação da sala de testagem rápida no Rio de Janeiro contou com a supervisão técnica da Pact Brasil, com apoio do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais.

O serviço de aconselhamento e testagem é conduzido na sede da instituição por profissionais de saúde ligados ao Governo Estadual sempre em horários alternativos aos serviços convencionais de saúde, visando atender parte da população que possui dificuldades de acessar estes serviços.